O volume de vendas no comércio varejista mineiro apresentou alta de 0,8% em fevereiro, comparativamente a janeiro, mês que teve o índice revisto de 1,8% para 2,0%. No Brasil, a expansão das vendas em fevereiro foi de 1,6%, após alta revisada de 3,0% no mês anterior. No primeiro bimestre do ano, se comparado ao mesmo período de 2009, houve alta de 10,6% no volume de vendas no comércio mineiro, e de 11,3% no comércio varejista nacional.
As informações são do Boletim Mensal sobre Comércio Varejista, desenvolvido pelo Centro de Estatística e Informações (CEI) da Fundação João Pinheiro (FJP) e já estão disponíveis no site da instituição. De acordo com o estudo, em relação a fevereiro de 2009, o comércio varejista apresentou alta de 10,9% em Minas Gerais. No país, a alta foi de 12,3%. “Após uma contração do volume de vendas no final de 2008, o comércio varejista rapidamente recuperou o nível pré-crise. Com exceção de uma curta acomodação nos meses de março e abril, o setor cresceu continuamente ao longo de 2009, impulsionado pelo crescimento da massa salarial e da expansão do crédito para pessoas físicas”, destacou o coordenador do estudo, Pedro Henrique da Silva Castro.
Analisando os últimos doze meses e comparando com o ano anterior, todos os estados apresentaram crescimento no volume de vendas no comércio varejista. Em Minas Gerais, a alta foi de 6,0%, enquanto, no Brasil, o crescimento foi de 6,9%.
Comércio varejista e setores de atividades
No mês de janeiro o comércio varejista ampliado em Minas Gerais apresentou alta de 16,6%, sendo que nove dos dez segmentos avaliados mostraram resultado positivo. Apenas o segmento outros artigos de uso pessoal e doméstico sofreu queda de 4,1%. Em sentido contrário, destacam-se os segmentos veículos, motocicletas, partes e peças, que cresceu 29,2%, móveis e eletrodomésticos (24,8%) e material de construção (18,1%).
Nesse contexto, os segmentos que se destacaram no mês de janeiro têm em comum o fato de terem sido beneficiados com a desoneração tributária por parte do Governo Federal. “Esses segmentos receberam o benefício porque na hipótese de não o receberem, seriam os segmentos cujas vendas mais sofreriam, dado a natureza de bem durável de alto valor (veículos, móveis e eletrodomésticos) ou de bem de capital (material de construção). Com efeito, em fevereiro de 2009 estes três segmentos não apresentaram resultados muito bons. Naquele mês, o segmento de veículos era o único que já havia sido beneficiado com corte de impostos”, explicou Pedro Castro.
Assessoria de Comunicação / Fundação João Pinheiro
Irene Felipe - (31) 3448-9516 / 9580
Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. / www.fjp.mg.gov.br
16 de abril de 2009
Agência Minas e Blog, acesse para mais notícias do Governo de Minas Gerais.
Acesse a Galeria de Fotos do Governo de Minas Gerais
Acompanhe também no www.youtube.com/governodeminasgerais



